
Com a proximidade das festividades de Páscoa, o PROCON de São Carlos, realizou no dia 01 de abril de 2025, uma pesquisa de preços de produtos típicos da data. O levantamento tem como objetivo fornecer uma visão das opções de preços no comércio local, ajudando o consumidor a fazer escolhas mais conscientes e a evitar surpresas no momento da compra.
Os dados revelam que os preços dos produtos podem variar bastante entre os estabelecimentos. A maior variação, do menor para o maior valor foi registrada no bombom Ferrero Rocher 08 unidades 100 gramas, com 58,60% de diferença. Já em ovo de Páscoa, foi encontrada variação de até 42,64%.
Foram comparados os preços de 66 itens de diferentes marcas. A pesquisa completa com todos os produtos, preços e variações pode ser conferida http://www.saocarlos.sp.gov.br/index.php/procon.html.
O levantamento de preços entre os estabelecimentos é de suma importância em datas comemorativas como a Páscoa. Comparar os preços e definir quais produtos são prioridades, pode levar a uma economia significativa no orçamento familiar.
Além da pesquisa, o PROCON reforça algumas dicas para uma compra segura, como nesse período, há produção de ovos de chocolate artesanal. Eles devem seguir as mesmas regras de comercialização dos industrializados, dentro dos padrões de qualidade e higiene.
Caso o consumidor optar por ovos mais baratos que estejam em bancas de promoção, com a informação de que estão “amassados”, o fornecedor não será obrigado a trocar o produto por este motivo. Além dos chocolates, a venda de azeites, vinhos e peixes, que também aumentam nesta época, merecem atenção. O PROCON orienta que o consumidor observe o prazo de validade, a composição, o peso líquido do produto, a higiene do local e o armazenamento dos produtos.
No caso de peixes congelados, muito procurados na semana santa, devem ser mantidos em freezers, que não estejam superlotados. O bacalhau é o principal alvo de fraudes, nesta época de grande procura, por isso ele deve ter sua procedência identificada. Uma prática muito comum é a comercialização de peixes de menor valor, que são vendidos como se fossem bacalhau, que segundo o PROCON pode se enquadrar como fraude, já que fere o Código de Defesa do Consumidor.
Por fim, havendo problemas com o produto adquirido, o consumidor munido da nota fiscal, deve dirigir-se até o comércio e relatar a reclamação. Não sendo resolvido, o consumidor pode entrar em contato com o PROCON que está localizado na Rua Rui Barbosa nº 1190, no centro. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (16) 3419-4510.